A Cabana - Refúgio, Fortaleza e Socorro
- caminhoedificante
- 25 de abr. de 2024
- 2 min de leitura
Atualizado: 18 de fev.

Imagina você perdido em uma selva, indefeso, com fome, machucado, correndo o risco de ser atacado por animais, completamente fragilizado diante de uma forte tempestade que lhe castiga naquele momento, bem como de tantos perigos que tal ambiente proporciona.
Num flash, você avista uma cabana, fazendo sua adrenalina agitar todo o teu corpo, animando-o a dirigir-se o mais rápido possível até ela.
Ao alcançá-la, você adentra e procura a melhor maneira de acomodar-se. Já sentado ao chão, percebe que está somente entre quatro frágeis paredes que podem se romper com a investida de um animal de grande porte. Observa ainda que não há sinais de qualquer tipo de alimento. Agravando ainda mais a situação, você está machucado e necessita de algum tipo de medicamento, mas também não tem. Você começa a desesperar-se, já com fortes pensamentos de que vai perecer diante de tamanho problema. Subitamente, alguém entra pela porta em seu socorro. Você estava perdido, lembra-se? Estavam à sua procura! Você então entra em êxtase de alegria por terem lhe encontrado e imediatamente é atendido e levado em segurança.
Leitor: Este relato identifica o contexto do Salmo 46:1 “Deus é nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia”. A cabana representa o pseudo refúgio que a vida enganosamente mostra, quando nos apoiamos em coisas materiais. Não basta ser um refúgio, tem que se apresentar como uma fortaleza. Não basta ser um refúgio e uma fortaleza, tem que proporcionar socorro. A Bíblia diz que há caminhos que ao homem parecem direitos, mas o fim é caminho de morte. Tais refúgios (dinheiro, fama, patrimônio, etc.) são refúgios fragilizados. Tais refúgios não representam verdadeiras fortalezas. Em tais refúgios não encontra-se socorro nas situações que mais se necessita. Somente em Jesus, é possível o ser humano encontrar o verdadeiro refúgio, a verdadeira fortaleza e o verdadeiro socorro.

Pr. Enio Roberto de Souza
Ótima analogia!